Tudo sobre riscos e segurança no transporte de cargas fechadas

O transporte de cargas fechadas é uma atividade que envolve diferentes riscos que podem trazer consequências críticas. Esses riscos são causados por três fatores principais: imprudência, imperícia e negligência. Isso reforça que o pouco preparo para o gerenciamento dos riscos é uma questão frequente e que, por isso, precisa receber atenção especial das empresas.

As transportadoras, de modo geral, enfrentam o seguinte dilema: sabem que precisam investir em tecnologia e inovação para permanecerem competitivas, mas precisam fazer isso sem aumentar os gastos.

Além disso, o transporte de cargas fechadas traz outros ganhos para a empresa, como economia de recursos, aumento de produtividade e, claro, segurança na condução da carga.

Quer saber mais sobre transporte de cargas fechadas e seus riscos? Então, continue a leitura!

1. O que é transporte de cargas?

O transporte de cargas é o deslocamento de um produto do remetente para o destinatário, sendo uma atividade muito relevante quando falamos de movimentação da economia mundial.

As várias maneiras de transportar mercadorias para melhor atender ao cliente despertam a competitividade e mantêm a economia em movimento. O fenômeno da globalização colaborou muito para esse processo. Com a frequente queda das fronteiras, os transportes dos mais variados itens tiveram que ficar mais baratos, rápidos e eficientes.

Assim, o transporte de cargas deve atender à necessidade do cliente, vencer as distâncias e utilizar o veículo que melhor atenda à demanda. Com relação aos benefícios do transporte de carga, esses variam de acordo com os tipos de transporte escolhidos para deslocar a mercadoria.

O transporte de cargas pode acontecer em diferentes modelos. Acompanhe!

1.1 Carga seca

Aqui entram os produtos não perecíveis. O deslocamento dessas mercadorias pode ser feito independentemente do tempo: calor, sol, chuva, frio, noite ou dia.

São exemplos de carga seca materiais de construção, produtos de marcenaria, entre outros.

1.2 Cargas frigoríficas

Essas cargas são perecíveis e ocupam uma fatia de 3,6% do mercado brasileiro de cargas rodoviárias. As cargas frigoríficas são um ramo muito segmentado e não estão disponíveis para longas distâncias.

Exigem que a transportadora esteja localizada próxima a frigoríficos, indústrias de alimentos congelados, laticínios ou produtores frescos, como frutas e verduras, pois são cargas de curto trajeto, devido às necessidades de conservação da mercadoria.

1.3 Cargas líquidas

De modo geral, são as cargas que correspondem a sucos, águas e outras bebidas, que são acondicionadas em veículos especiais, com carroceria contendo tanque de aço, assim como o caminhão-pipa, caminhão-cisterna ou carro-tanque.

1.4 Cargas perigosas

Nessa categoria se enquadram as mercadorias que oferecem perigos ou riscos à segurança pública e ao meio ambiente, como químicos e produtos inflamáveis. Esses produtos são transportados de forma separada, em caminhões equipados de acordo com a sua classificação e riscos.

1.5 Graneleiro

O graneleiro corresponde, na maioria das vezes, ao transporte de matérias-primas como grãos. Os mais comuns no Brasil são os cereais, soja e feijão. Essa carga, de modo geral, não possui embalagens.

1.6 Cargas vivas

O transporte de cargas vivas exige um maior preparo do motorista. Além disso, não é possível transportar esse tipo de carga em certas regiões do país, porque exige que a transportadora esteja próxima aos produtores ou abatedouros para que o negócio dê lucro.

1.7 Cargas especiais e de grande porte

Essa modalidade torna possível a transferência de grandes mercadorias e conjuntos estruturais que possuam dimensões e peso superiores ao estabelecido pelo Código de Trânsito Brasileiro.

As cargas especiais e de grande porte precisam de cuidados no carregamento, manuseio e descarregamento, pois são materiais de grandes dimensões, que precisam de cuidados especiais devido ao seu acentuado risco. Cada carga é um projeto novo que necessita de planejamento e expertise na sua execução; não há padrão nessa modalidade.

1.8 Transportes de medicamentos

Transportar medicamentos é um negócio muito especializado. A maioria dos transportadores não se interessa por esse tipo de carga, pois é preciso dedicação para regularizar a documentação, além de exigir que a transportadora tenha um farmacêutico responsável pelo controle da cadeia de distribuição.

1.9 Encomendas urgentes

Quando nos referimos a encomendas urgentes, é natural as pessoas fazerem associações com veículos menores, como Veículo Urbano de Carga (VUC) e utilitários. Entretanto, esse tipo de transporte pode ser considerado de oportunidade, uma vez que em certos casos existe urgência de entregas de grandes volumes.

Várias transportadoras trabalham com veículos de tamanhos diferentes, mas nem todas optam por esse segmento. A premissa para se trabalhar com cargas urgentes não é o tamanho do veículo, mas sim a urgência. Para não perder nenhuma oportunidade, fique sempre atento!

2. O que é transporte de cargas fechadas?

A carga fechada também pode ser denominada como exclusiva, completa ou lotação. Nessa modalidade, a transportadora disponibiliza um veículo de uso exclusivo para levar a carga de um cliente.

A mesma definição pode ser feita quando a coleta no remetente possui vários destinos. Uma vez que o caminhão é o mesmo que fará as entregas, continua sendo considerado um transporte de cargas fechadas.

Independentemente do volume que será posto em translado, o custo dos itens para o proprietário é praticamente o mesmo. O valor é definido muito mais pela rota que será realizada e pelo tempo que será investido do que para a carga e descarga do caminhão.

Apesar disso, quando o peso da mercadoria for menor, facilitando a carga e a descarga, o valor final do serviço pode ser mais convidativo, pois o caminhão utilizado passará por um desgaste menor e, consequentemente, consumirá menos combustível.

2.1 As vantagens de contratar carga fechada

Dependendo da quantidade e do tipo de mercadoria a ser transportada, a carga fechada pode ser uma excelente — ou a única — alternativa. Confira as principais vantagens de contratar uma carga fechada:

  • relação custo-benefício mais favorável;
  • exclusividade do veículo para transporte da carga;
  • maior agilidade entre a retirada e entrega dos itens, já que a rota será traçada somente por um cliente final.

3. Quais são as principais características do transporte de cargas fechadas?

Existem algumas particularidades que diferenciam o transporte de cargas fechadas. Para esse tipo de transporte, não existem regras ou fronteiras com relação ao remetente e ao destinatário. No Brasil, o perfil da carga fechada se caracteriza pela coleta de itens em qualquer cidade brasileira e entrega em qualquer outro município. As rotas são flexíveis e seguem as necessidades de cada contratação.

Geralmente, a carga passa por um único caminhão, da coleta até a entrega. A entrega pode ser realizada no mesmo dia ou demorar mais. Tudo vai depender da distância entre o ponto de coleta e o ponto de entrega.

Os profissionais que atuam nesse tipo de carga, de maneira geral, dormem nos próprios caminhões e fazem sua higiene pessoal em postos de combustíveis. Os motoristas se alimentam em paradas pelo caminho e ainda existem aqueles que preparam sua própria alimentação.

É comum, ao chegar ao destino final, iniciar um novo roteiro, que somente chega ao fim quando o motorista volta para casa. Todos esses fatores caracterizam a modalidade de carga fechada.

4. Riscos do transporte de cargas: conheça os principais

Como vimos no início deste artigo, o transporte de cargas é uma atividade que apresenta vários riscos que podem ter consequências graves, principalmente pela imprudência, negligência e imperícia. Por isso, separamos tudo o que você precisa saber sobre riscos de transporte de cargas. Acompanhe!

4.1 Negligência

A negligência é caracterizada pela falta de atenção ou descuido. É a situação mais comum e ocorre em diferentes circunstâncias, como por exemplo, quando o motorista de um veículo atende o celular, conversa com outra pessoa e acaba deixando de prestar atenção na estrada.

A negligência pode aparecer nas atividades mais corriqueiras do cotidiano de um motorista, como no deslocamento de uma caixa por meio de uma empilhadeira. Como a caixa pode obstruir a visão do motorista, a carga pode ser levada ao chão por uma simples falha no piso.

4.2 Imperícia

A imperícia está relacionada à ausência de habilidade ou de capacidade do profissional de transporte. Quando o assunto é transporte de cargas, a imperícia geralmente leva a acidentes, visto que o motorista não tem habilidade suficiente para evitá-los.

É de responsabilidade das transportadoras contratar motoristas experientes e manter cursos de capacitação para que eles possam exercer suas atividades de forma mais consciente e segura.

Por exemplo: um caminhão com carga pesada pode tombar com facilidade. Por isso, o motorista precisa ter a perícia suficiente para conduzir em baixa velocidade e acomodar o peso da mercadoria da melhor forma durante o translado.

4.3 Imprudência

A imprudência acontece de forma corriqueira quando o motorista é seguro demais com relação ao seu trabalho. É uma situação de comodidade.

Por exemplo: um motorista que faz os mesmos trajetos há muito tempo deixa de fazer alguns procedimentos de segurança por acreditar que já sabe o suficiente. Essa é uma atitude imprudente.

Entretanto, a imprudência também ocorre quando o motorista é proativo e quer mostrar trabalho, mas falta o conhecimento necessário para tal. Nesse caso, o profissional quer ser eficiente, mas acaba realizando atividades de maneira errada. Um exemplo clássico é quando acomoda mal a mercadoria no caminhão, levando ao tombamento do veículo na estrada.

5. Gerenciamento de riscos: entenda sua importância

O gerenciamento de riscos é uma das melhores práticas para impedir acidentes na estrada. De forma resumida, é composto por um conjunto de recursos utilizados para diminuir os riscos, considerando a prática de logística aplicada pela empresa.

O gerenciamento de riscos envolve questões materiais e humanas, com o objetivo de controlar, organizar, planejar e conduzir as melhores práticas, evitando que ocorram acidentes.

Ele pode, por exemplo, prever a capacitação dos motoristas e a substituição de maquinários e caminhões antigos que possam acarretar acidentes no transporte de cargas.

Com um gerenciamento de riscos eficiente, o processo de transporte é facilitado, garantindo as melhores práticas. Para isso, é feito um planejamento de gerenciamento de riscos, que traz a previsão de uma análise logística, as ferramentas que melhor se encaixam na realidade da transportadora e o monitoramento das atividades.

Os principais benefícios do gerenciamento de risco são:

  • identificação dos riscos;
  • fortalecimento das tomadas de decisão a respeito dos riscos;
  • orientação dos riscos segundo as estratégias da empresa;
  • eliminação de prejuízos operacionais;
  • aproveitamento de oportunidades;
  • otimização de recursos financeiros.

Portanto, ao controlar os riscos no transporte, a transportadora elimina prejuízos e garante a segurança dos motoristas e da carga.

6. Veja as principais medidas de segurança logística

Hoje, um dos principais desafios das empresas de transporte é oferecer um serviço de segurança de cargas para seus clientes. Esse fato é mais difícil no mercado brasileiro, pois as estatísticas de roubos e furtos aumentam dia após dia.

Essa situação acarreta prejuízos de centenas de milhares de reais para todo o setor logístico. Dessa forma, os principais fatores para a segurança logística estão relacionados a uma maior transparência do processo de entrega, à possibilidade de que o cliente acompanhe todo o processo logístico de sua carga e até à adoção de drones que serão usados para aumentar a segurança no transporte.

Existem ainda outros recursos que passarão por avanços e que, em breve, estarão presentes no dia a dia dos grandes centros econômicos.

6.1 Roteiro definido e mais segurança no transporte

Fazer um roteiro de deslocamento para o motorista é uma atividade bastante usual no setor de transportes. Contudo, existem recursos que realizam esse processo automaticamente.

Isso é possível por meio de um software conhecido como roteirizador. Ele é um sistema que ajuda as transportadoras a fazer distribuição de cargas em diversos locais.

Com a roteirização, é possível:

  • planejar as rotas mais eficientes, analisando as condições de estrada, trânsito, percurso e outras situações;
  • ser assertivo no dimensionamento do tamanho do veículo por meio do volume de carga, o que resulta na melhora do tempo empregado para o transporte e redução de custos;
  • monitorar os funcionários para verificar se eles estão cumprindo o roteiro de entrega, o que otimiza o gerenciamento da equipe e da frota.

Com o roteirizador, as empresas terão um valor agregado maior, tornando-se mais competitivas no mercado. Assim, além de reduzir os custos, as empresas de transporte podem aumentar sua margem de lucro.

6.2 Rastreio com precisão e disponibilidade para todos

Quase todos os veículos têm um rastreador. Os caminhões mais modernos funcionam via satélite GSM/GPRS, e os mais antigos por radiofrequência.

Devido ao avanço tecnológico e ao aumento da presença digital na sociedade, esse modelo de monitoramento se tornou mais preciso. Ele ajuda plataformas que possibilitam esse acompanhamento.

Hoje, quando uma pessoa ativa o GPS do celular, por exemplo, a localização do aparelho é dada com uma pequena margem de erro por meio das antenas de celular.

6.3 Radiofrequência

Esse tipo de rastreador é indicado para caminhões que circulam dentro da área de cobertura regional. A radiofrequência não sofre interferências externas e interrupções do sinal, por isso é tida como um dos sistemas mais avançados em termos de monitoramento veicular e tecnologia de rastreamento.

Seu diferencial é o fato de conseguir localizar veículos em ambientes abertos e fechados, pois consegue manter uma boa recepção dos sinais.

6.4 Rastreio via satélite

Entretanto, o rastreador via satélite (GSM/GPRS) é recomendado para caminhões que saem de sua cobertura regional. Assim, o modelo é perfeito para transportes longos, por exemplo.

O rastreador via satélite é comum em empresas de rastreamento veicular, já que se destaca por sua cobertura em todas as regiões do país, estendendo-se para regiões cobertas pelas transportadoras e operadoras de telefonia.

Dessa forma, a decisão de compra depende dos hábitos de cada empresa.

Empresas que possuem as tecnologias mais modernas já contam com um painel virtual, por exemplo, que torna possível que o cliente acompanhe a rota em todos seus detalhes.

Assim, esses sistemas de rastreamento de frota melhoram a segurança do transporte e tornam possível que sejam enviados alertas e, caso seja necessário, façam o bloqueio de veículos.

6.5 Desempenho gerenciado virtualmente

Você sabe o que é telemetria? É um sistema que oferece dados e controles referentes ao desempenho do caminhão, do motorista e da operação.

A telemetria proporciona diversos benefícios para uma gestão logística. Veja!

  • Identificador de RFID: o chamado RFID (do inglês Radio-Frequency Identification), ou identificação por radiofrequência, é uma metodologia automática que, por meio de sinais de rádio, faz a recuperação e o armazenamento de informações remotamente.
  • Identificação de chuva: atuando por meio de redutores de velocidade, esse sensor identifica a condução do veículo em pista molhada.
  • Controle de quilometragem e velocidade: esse recurso acompanha o controle de velocidade via internet e identifica se o velocímetro ou o tacógrafo estão desligados.
  • Sensor de temperatura: possibilita o monitoramento da temperatura do motor do caminhão e da mercadoria e previne superaquecimentos no motor, sendo um recurso valioso para veículos com “baú frigorífico”.
  • Controle de RPM: o sensor de RPM (rotações por minuto) permite identificar quando os valores determinados são ultrapassados e possibilita a avaliação da dirigibilidade econômica.
  • Freadas e acelerações bruscas: possibilita estabelecer os limites de aceleração e freada, de acordo com o modelo de cada caminhão.
  • Controle de abastecimento: esse sistema revela o volume de combustível no tanque. Esse recurso é válido para identificar e evitar fraudes ou roubos de combustível.
  • Controle de embreagem: identifica se o motorista usa mal a embreagem, prática que resulta em desgastes que podem ser evitados. Além disso, o controle de embreagem contribui para aumentar a segurança no transporte.
  • Controle de pressão do óleo: informa se o veículo está sendo utilizado com o óleo abaixo ou acima do nível ideal ou, ainda, com pressões inadequadas.

Com o uso da telemetria, temos maior segurança do veículo e dos motoristas, refletindo no gerenciamento da frota.

6.5 Monitoramento via mobile

Efetivar o monitoramento de carga via mobile é fundamental para quem deseja segurança no transporte! Isso porque, no momento da entrega, o motorista pode recolher a assinatura de quem está recebendo a carga, fotografar o local com a carga e alimentar as informações no sistema.

Com isso, o gestor de frota e o cliente recebem os dados em tempo real, o que torna o transporte mais seguro.

6.6 Dicas práticas para aumentar a segurança no transporte de cargas fechadas

Evite regiões perigosas em horários sem movimento

Sempre que possível, deve-se evitar agendar entregas e trafegar em regiões perigosas, principalmente naquelas com histórico de roubo de cargas.

É importante também evitar horários noturnos, entre 21h e 5h, assim como o motorista passar a noite em postos e paradas de regiões mais perigosas. É preciso ficar atento!

Ofereça treinamentos

O incentivo a treinamentos é uma maneira simples de aumentar a segurança do transporte. Colaboradores treinados são mais desenvoltos em situações adversas e estão mais preparados para evitar avarias e prejuízos à transportadora.

É muito importante realizar palestras para que toda a equipe esteja consciente dos procedimentos de segurança e para a prevenção de acidentes.

O SEST/SENAT oferece cursos e promove eventos de segurança gratuitamente. Busque se informar, já que treinar os motoristas é a melhor forma de garantir não apenas a segurança da carga, como também o bem-estar do profissional e a integridade do caminhão.

Faça manutenção nos caminhões

Todas as revisões e manutenções dos veículos devem estar em dia. Zelando pelas máquinas, é possível garantir que as cargas estarão seguras. Além disso, as revisões diminuem as chances de quebra durante o translado, evitando que os veículos fiquem estacionados nas rodovias e suscetíveis a assaltos.

Utilize o veículo correto para cada tipo de carga

Como vimos no primeiro item deste conteúdo, cada mercadoria exige um veículo específico para ser transportada. A escolha do caminhão é de responsabilidade do gestor de frota, que precisa indicar o modelo ideal para cada frete.

O caminhão mais adequado é fundamental também para reduzir os ricos de acidentes com o veículo ou com o conteúdo transportado.

Transporte com o peso ideal para o veículo

É fundamental para a segurança no transporte que o limite de carga seja sempre respeitado, a fim de evitar várias questões indesejadas, como acidentes.

Cargas excedentes provocam maior esforço na suspensão do caminhão, o que exige mais distância para a frenagem. Isso aumenta o risco de acidentes, tombamentos e derrapagens, o que pode, inclusive, comprometer a carga e até mesmo a vida do motorista.

Enfim, como vimos ao longo deste artigo, ao controlar os riscos do transporte de cargas fechadas, a empresa evita prejuízos e ainda garante a segurança dos motoristas e da carga.

Agora que você já sabe tudo sobre riscos e segurança no transporte de cargas fechadas, leia nosso artigo sobre a má logística de distribuição: descubra tudo que pode ser melhorado!

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